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Injustice: Gods Among Us – Parabéns, NetherRealm! 23/06/2013

Posted by Dudo in Uncategorized.
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Salve salve, amiguinhos! Já começo esse post enfatizando: jogo de luta TEM HISTÓRIA SIM! E que história! Vocês entenderão essa afirmação mais pra frente.

No ano de 2013, a NetherRealm Studios, em parceria com  Warner Bros Games, nos trouxe um novo jogo de luta. Aclamada desde sempre pelo inovador Mortal Kombat, a desenvolvedora americana (antiga Midway Games) já flertava há algum tempo com o universo dos super-heróis, tanto que produziu a BOMBA Mortal Kombat vs DC Universe, que foi amplamente criticado pela ausência da violência característica da série.

Aparentemente, a Warner achou a ideia legal. A Midway se “transformou” em NetherRealm em 2010, e, decidida a corrigir o erro de MK vs DC, deu início ao projeto Injustice. A ideia, obviamente, não era criar um “Mortal Kombat da DC”, e não foi assim que aconteceu.

Conforme o meu post de preview indicou, Injustice era uma das maiores promessas de 2013. E cumpriu todas as expectativas, com DIVERSOS pontos que valem ser ressaltados:

  • Personagens: a lista é IMENSA. Contando com personagens oriundos de DLCs e da lista original, são, nada mais, nada menos do que 28 lutadores. Particularmente, comprei 2 DLCs: Lobo e Batgirl.
  • Interação com o cenario: além dos objetos que estão presentes na tela (robôs, monitores, mísseis (!) e afins),  a opção inicialmente limitada de cenários se torna mais ampla com as transições de tela, que além de causar dano, levam os personagens para outra área do cenário. Algo como dar um uppercut na fase do Inferno no Mortal Kombat e “ir para a tela de cima”. Infelizmente não são todos os cenários que possuem isso.
  • Violência: o nível de violência melhorou, se comparado com MK vs DC. Mas ainda não é NADA comparado ao que rola em MK. Há sangue, há ferimentos nos personagens e as porradas são PESADAS (vide o supergolpe da Mulher Gavião). Mas não espere cabeças voando nem nada do tipo, afinal, “heróis não morrem“. Inclusive, isso é veladamente demonstrado na derrota de um personagem, que não aparece caído desacordado no chão, e sim ajoelhado, ferido, derrotado. 
  • Variações de jogos: além do modo história, temos o modo “batalha”, que nada mais é do que a clássica “escalada” até o inimigo final; os Laboratórios S.T.A.R.S., que são algumas missões mais bobinhas que dão estrelas aos jogadores, just for fun.
  • Multiplayer: o modo multiplayer online traz o modo King of the Hill, que faz a ligação desse universo com Mortal Kombat. Esse modo “permite até oito jogadores assistirem a uma luta enquanto esperam pela sua vez para combater”. Realmente divertido.

Agora, o ponto alto do jogo: o MODO HISTÓRIA!

ATENÇÃO, CONTÉM SPOILERS PESADOS SOBRE O ENREDO DO JOGO! LEIA POR SUA CONTA E RISCO!

Primeiro CHOQUE do modo História.

Eu, sem nenhum tipo de absurdo, fiquei impressionado com o modo história. Enredo MUITO BEM CONSTRUÍDO pelo pessoal da NetherRealm com alguns escritores da DC Comics!

Tudo começa com uma motivação: o Coringa (quem diria) consegue enganar o Superman, fazendo-o acreditar que lutava com o Apocalypse. Na realidade, o Superman acabou por matar Lois Lane e o filho que ela esperava. Decidido a buscar vingança (!!!!), o Homem de Aço interrompe o interrogatório do Batman com o Coringa, e num acesso de pura raiva, nosso Escoteiro simplesmente ASSASSINA O CORINGA DIANTE DOS OLHOS DE BRUCE WAYNE!

E, para garantir que nenhum problema ocorresse no futuro, Kal-El instaura uma nova ordem mundial, onde ELE reina supremo e a maior parte dos outros heróis acabaram mortos ou subjugados por medo do kriptoniano. Mas como sempre há uma resistência, vemos a “Insurgência” nascer com Batman e (quem diria pt. 2) Lex Luthor.

Os mundos colidem quando o Batman “força” a chegada de alguns heróis de uma outra dimensão (onde o plano do Coringa não funcionou) para ajudá-lo na missão de destronar o Superman. Nisso, dá-se início a um enredo que me fez mudar um conceito encravado na mente desde quando comecei a jogar video-game: jogos de luta podem ter história sim!

O enredo passeia entre diversos personagens, fazendo com que você jogue com pelo menos 10 ou 12 personagens do jogo. Para não ficar repetitivo, a história conta com alguns quick-fire events entre as CGs para prender sua atenção. Excelente!

Algumas outras coisas, como os pontos de experiência obtidos após cada luta (e necessários para desbloquear alguns itens dentro do jogo) não mereceram tanto destaque, mas encaixam no ponto de “ser sempre recompensado”.

A jogabilidade é tranquila, mas se não fosse o tutorial, eu penaria pra descobrir como interagir com o cenário e como transitar entre as partes do mesmo. Os combos são meio engessados e curtos, mas nada que prejudique imensamente o desfrutar desse game incrível!

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Injustice: Gods Among Us (Mighty Among Us no Oriente Médio) criou um novo marco nos jogos arcade: os que tem enredo. A história consegue ser mais envolvente do que qualquer outro modo de jogo e te prende do início ao fim. Eu, que não tenho paciência, assisti TODAS as cinematics. Merece ser jogado, mas não estranhe os combos meio “parados” dos lutadores. E, por mais chato que seja, faça o tutorial.

PONTOS POSITIVOS

  • História sensacional;
  • Design dos cenários e lutadores são impressionantes;
  • Interação com os elementos do cenário dão novas possibilidades;
  • Soundtrack dos créditos é muito boa! 😀

PONTOS NEGATIVOS

  • Combos dos lutadores são pouco dinâmicos;
  • Tutorial é IMPRESCINDÍVEL;

NOTA: 8.8/10

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